Descrição
Esculpida a partir da memória, a figura esconde o rosto nas mãos desgastadas pelo tempo. De seus olhos vazios, irrompe uma tempestade — nuvens se espalhando onde antes habitavam os pensamentos. “Cloudblind” trata da percepção seletiva, dos sistemas climáticos emocionais que nos cegam para nós mesmos. É o paradoxo de ver demais para enxergar com clareza, e o peso de não ter mais nenhum filtro entre a mente e o céu.





























