Descrição
Ao mesmo tempo divina e semelhante a um sistema de vigilância, a íris gigante nos observa do horizonte, com seu olhar composto por fragmentos de imagens. Abaixo, um rastro amarelo serpenteia pelo terreno rochoso em direção ao oceano. A justaposição sugere tanto a onisciência de um deus quanto o monitor imperturbável de uma máquina. O registro temporal mantém a tensão entre admiração e pavor: trilhar esse caminho é ser visto, eternamente.





























