Descrição
Círculos e grades convergem em uma cruz abstrata, em cujo centro se abre um olho penetrante. Sua íris é tecida com tons de violeta e dourado, irradiando luz como um sol disfarçado de visão. Ao seu redor, a arquitetura da percepção se fragmenta em linhas, notas e esferas dispersas. O Olho Singular é ao mesmo tempo um registro temporal e uma pergunta — o que o olho vê e o que ele esconde? Aqui, a própria percepção se torna geometria sagrada.





























